Il n'y a plus de déserts. Il n'y a plus d'îles. Le besoin pourtant s'en fait sentir. Pour comprendre le monde, il faut parfois se détourner; pour mieux servir les hommes, les tenir un moment à distance. Mais où trouver la solitude nécessaire à la force, la longue respiration où l'esprit se rassemble et le courage se mesure? Il reste les grandes villes. Simplement, il y faut encore des conditions.São as primeiras linhas de
L'été (edição da
Gallimard a 2€), uma colecção de textos de Camus, comprada no Verão passado e que ficou por ler. Também não vai ser para já, porque ainda não acabei com o
Roth -
my problem, not his. E passe o excerto em francês.
Encadeada pel'
A Divina Desordem... (re)Li recentemente algumas páginas de
On Photography, de Susan Sontag,
Gilgamesh, numa versão de Pedro Tamen, e um ensaio de Peter Sloterdijk (em português, que em alemão não íamos lá nem com uma lupa) incluído em
O Estado do Mundo. Assim se faz uma lista (pouco aldrabada) de cinco livros, meio lidos, meio relidos, aos zigue-zagues. Não tenho condição para mais do que isto.
Passamos a bolinha ao
Luís, à
Susana, ao
Francisco, ao
Daniel e à
Batukada, mas todas as desculpas são boas para não a apanharem.